Taxas de juros do empréstimo pessoal caíram. Como aproveitar?

Larissa Carvalho

| 4 minutos para ler

homem de óculos e camisa branca de costas parta uma parede branca levando a mão ao queixo

Resumo da matéria

  • O que motivou a queda das taxas de juros do empréstimo?
  • Como aproveitar a redução dos juros para sair do vermelho?
  • Cuidado com o “Golpe do Empréstimo”
  • Como solicitar Empréstimo Pessoal com juros baixos?

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Aproveitar as baixas taxas de juros pode ser uma excelente opção para solicitar empréstimo pessoal, quitar dívidas e reorganizar as finanças.

Vivemos uma situação mundial atípica devido a pandemia de COVID-19. Diante desse cenário de crise, o Governo Federal adotou medidas que têm como objetivo minimizar os impactos e fortalecer a economia. Essas manobras resultaram na queda da taxa de juros de empréstimo pessoal. 

No entanto, você e muitos outros brasileiros podem estar em dúvida se vale a pena aproveitar essa oportunidade, afinal, não é possível prever até quando essa crise vai durar. 

Neste artigo vamos abordar alguns critérios que podem te ajudar a decidir com mais clareza se o empréstimo com juros reduzidos é uma opção para sair do vermelho nesse momento de incertezas. Acompanhe! 

O que motivou a queda da taxa de juros de empréstimo?

Como falamos acima, a crise econômica que se instalou juntamente com a pandemia fez com que os governos do mundo todo se adaptassem à essa realidade.

Em nosso país, por exemplo, uma das manobras mais significativas foi a redução da Taxa Selic, que tem essa denominação por conta do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia. 

Tal taxa representa a base para os juros da economia do país e seus movimentos influenciam, diretamente, todas as outras taxas praticadas no território brasileiro.

Isso quer dizer que, tanto os juros cobrados no empréstimo até aquelas recebidas pelo investidor em aplicações financeiras, todas são definidas com influência da Selic.

O Conselho de Política Econômica do Banco Central (Copom) definiu em agosto deste ano a Selic em 2%. Essa é a porcentagem mais baixa desde 2016, quando foi criado o Sistema de Metas de Inflação. 

Com a Taxa Selic mais baixa, a intenção é que a população aumente o seu poder de consumo, mesmo diante da crise.

Inclusive, com a diminuição dos juros do empréstimo, é possível que muitos brasileiros solicitem crédito pessoal para equilibrar o orçamento e, consequentemente, contribui para o aquecimento da economia do país.

Como aproveitar a redução dos juros para sair do vermelho?

A expectativa, é que a taxa básica de juros volte a subir somente no segundo trimestre de 2021, até lá, você pode aproveitar essa vantagem para

buscar alternativas em meio à crise. A seguir vamos analisar quais são suas alternativas diante da queda dos juros e como tirar proveito desse momento para reorganizar suas finanças. 

Utilizar o empréstimo pessoal para quitar dívidas 

Quando falamos em dívidas, pegar um empréstimo para pagar juros a primeira dúvida é: “será que compensa?” e a cabeça chega a girar tentando encontrar a melhor forma de resolver essa situação.

Mas com a redução da Selic e, por consequência, das outras taxas de juros, você tem a possibilidade de utilizar essa estratégia a seu favor e superar esse momento.

O empréstimo mais barato se tornou uma alternativa que deve ser considerada por quem deseja sair de algum débito em aberto, afinal, quanto mais acumulado estiver, mais caros são os juros.

Optando por um empréstimo pessoal com juros mais baixos, você pode destinar a quantia para quitar suas dívidas antigas, cujos juros estão mais elevados, e manter apenas uma com juros menores, facilitando, inclusive, sua organização financeira.

Renegociação de dívidas com as menores taxas de juros de empréstimo

Outra opção para aproveitar a queda dos juros é falar com seus credores e tentar renegociar as dívidas que estão em aberto.

As chances dessa tentativa dar certo são consideráveis, pois a lógica utilizada é de que se o mercado está praticando juros mais baixos, as instituições tendem a ofertar condições de pagamentos melhores.

Além disso, não é segredo para ninguém que diante cenário atual, é muito melhor optar por receber um valor abaixo do que deixar o débito em aberto e demorar parar para receber.

Invista diretamente na Bolsa de Valores e lucre mais

Mas porque não investir em renda fixa? Bom, a resposta é simples: devido à taxa de juros de empréstimo reduzida, a rentabilidade dos modelos investimentos de renda fixa também acaba caindo.

Sendo assim, se você quer realmente ter um retorno considerável aproveitando a Selic a 2%, não perca tempo e procure por uma opção de investimento na Bolsa de Valores e otimizar os resultados obtidos.

imagem de uma mulher usando camisa azul sentada a uma mesa com um computador olhando para seu celular

Veja mais: Como Pedir Empréstimo no Bom Pra Crédito #BPC

Cuidado com o “Golpe do Empréstimo”

Agora que você já sabe tudo o que precisa sobre a diminuição dos juros e como aproveitar essa oportunidade da melhor maneira possível, vamos falar sobre empréstimo pessoal?

Bom, em resumo, essa é a modalidade de crédito mais comum do mercado e, como vimos, está com juros mais baixos. 

Quanto a isso, precisamos tomar um cuidado muito importante! Os juros reduzidos, consequentemente, fazem com que a procura por empréstimo seja maior, e isso facilita a aplicação de golpes, principalmente nas contratações on-line.

Por isso, fique sempre atento quando receber ligações de instituições financeiras e não passe nenhum dado antes de confirmar que se trata de uma proposta e não transfira qualquer valor.

Como solicitar Empréstimo Pessoal com juros baixos?

Para ter acesso a um empréstimo pessoal que realmente te ajude nesse momento de crise, o primeiro passo é entender como está seu orçamento.

O planejamento financeiro vai te ajudar a definir qual o valor total que você precisa e quanto você pode destinar para o pagamento das parcelas.

Faça uma simulação de crédito e descubra as melhores alternativas disponíveis no mercado!

Para te ajudar a ter mais controle, estipule um percentual da sua renda, assim você saberá qual o valor máximo que poderá dispor na parcela do empréstimo.

O recomendado é, em média, 25%. Ou seja, se você tem uma renda de R$ 1.000,00 não destine mais do que R$ 250,00 mensais para pagar o seu empréstimo.

Aqui no Bom Pra Crédito você encontra as melhores dicas sobre educação financeira e como a mudança de pequenos hábitos podem te levar a alcançar a estabilidade no seu orçamento. 

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