O que são credores?

Larissa Carvalho

| 3 minutos para ler

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Quem são, como vivem, o que fazem? Descubra tudo sobre os credores!

Tudo na economia costuma ter uns termos específicos para designar cada coisa, talvez você já tenha ouvido falar sobre o que vamos entender melhor hoje.

O que são credores? Pela própria etimologia da palavra já podemos ter uma ideia, dá para imaginar que é algo relativo a crédito.

O que é credor?

Na prática, o credor é a pessoa ou instituição para a qual se deve algo.

No setor bancário, o credor também significa aquele que tem saldo positivo em conta corrente Há quatro tipos de credores:

Credor quirografário

É aquele que não tem preferência alguma no recebimento, tanto na falência, quanto na recuperação judicial.

Seus créditos estão simbolizados por meio de cheques, faturas e notas promissórias.

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Credor hipotecário

Diferente do anterior, esse credor tem o direito legítimo da garantia, que é exercido sobre propriedades habitacionais ou domínios móveis.

Credor pignoratício

Esse indivíduo ou instituição financeira possui um título de penhor em seu favor.

Credor anticrético

Ele recebe o imóvel do devedor para que, em compensação da dívida, ele possa usufruir dos frutos e rendimentos do mesmo.

Credores não são só os bancos

É normal pensar que só as instituições financeiras podem ser credores porque essa é a primeira associação que fazemos com a palavra.

Mas, você sabia que os maiores credores do Governo Federal são pessoas de carne e osso?

O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) subiu 1,03% em dezembro, e fechou o ano de 2019 em R$ 4,248 trilhões.

De acordo com o Relatório Anual da Dívida Pública divulgado pelo Tesouro Nacional, a dívida pública estava repartida no capital financeiro.

A maioria está nas mãos dos fundos de previdência, fundos de investimento e instituições financeiras.

Isso quer dizer que através do Tesouro Nacional, os maiores credores do Governo Federal são representados basicamente por pessoas físicas que investem em títulos. 

Inclusive, você como pessoa física pode ainda ser um credor do seu próprio banco, ao investir em títulos emitidos por eles para financiar suas operações de crédito.

Você empresta dinheiro ao banco em troca de rendimentos dessa dívida.

Nesses casos, é importante salientar um fato curioso:

como não são os bancos os que mais recebem juros dos títulos do Tesouro, se hipoteticamente o Governo Federal ficar insolvente –  ou seja, decretar falência, impossibilitado de arcar com suas dívidas -, as pessoas físicas são as que vão perder mais dinheiro. Não os bancos. 

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A tecnologia populariza o investimento

A evolução da tecnologia digital tem ajudado muito essa movimentação, já que muitos brasileiros passaram a comprar títulos públicos diretamente no Tesouro.

Isso acontece ainda porque são investimentos considerados muito seguros.

As pessoas são atraídas pela taxa de juros desses títulos, uma vez que já sabem que o governo não vai deixar de honrar aquela dívida no vencimento.

Em dezembro de 2019, as emissões do Tesouro Direto atingiram R$ 1,818,97 bilhão. 

Ainda segundo o relatório divulgado sobre o fechamento do ano, o título mais procurado pelos investidores foi o Tesouro Selic, que respondeu por 56,18% do que foi vendido.

Já o estoque do Tesouro Direto alcançou R$ 59,645,44 bilhões.

Devedor: como resolver sua dívida com o seu credor?

O que acontece se você não arcar com suas dívidas aos seus credores?

Você fica inadimplente e pode ter o seu nome adicionado a um cadastro de pessoas físicas que funciona como uma lista negra dos maus pagadores em território nacional, o SPC ou SERASA.

Ainda assim, nem tudo está perdido, certo? Você pode renegociar a sua dívida e, para isso, é importante contar com uma ajuda segura.

Se você puder fazer isso de maneira rápida, então, melhor ainda. Essa é a premissa do Bom Pro Crédito, ser uma espécie de shopping de crédito em que você pode comparar, escolher quais instituições parceiras podem dar as melhores condições e mais.

O que é mais curioso, com a contratação de um empréstimo online você pode quitar sua dívida com seus credores ou ainda se tornar um credor para o Governo Federal, ao usar o seu dinheiro para comprar títulos da dívida.

Gostou dessa ideia?    

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