O que é educação financeira e porque você precisa dela urgente

Larissa Carvalho

| 12 minutos para ler

Educação Financeira: O que é, Importância e 7 Dicas Poderosas

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Com simples atitudes em seu dia a dia, você poderá, finalmente, fazer seu dinheiro trabalhar para você

Algumas pessoas acreditam que são capazes de manter o controle de seus investimentos e renda de uma forma saudável e segura, desprezando a necessidade de se informar sobre educação financeira e de prevenir o descontrole.

Como você se imagina daqui 5, 10 ou 20 anos? A estabilidade financeira é uma das respostas mais comuns para esse tipo de pergunta. Mas, o que você está fazendo hoje para alcançar o que deseja para seu futuro?

Mas, afinal, por que até mesmo os mais contidos com as despesas devem aprender sobre isso?

Educar-se nesse segmento é mais do que necessário, uma vez que as principais relações comerciais ocorridas na atualidade envolvem dinheiro, seja para ir ao supermercado comprar um alimento, para contratar um funcionário ou até mesmo usar um transporte público.

A moeda de troca é financeira e se o dinheiro está em jogo, nada mais justo do que aprender como usá-lo de maneira sábia.

Você sabe o que é educação financeira?

Ao contrário do que alguns pensam, o conceito de educação financeira vai muito além do que apenas economizar dinheiro ou guardá-lo para a posteridade.

Educação financeira diz respeito às escolhas que a gente faz para lidar com nosso dinheiro de forma mais inteligente. Não existe uma fórmula pronta para isso, já que as pessoas têm salários e padrões de vida diferentes.

Tudo isso baseado em fundamentos econômicos e estudos importantes na área.

Não existe uma fórmula pronta para isso, já que as pessoas têm salários e padrões de vida diferentes.

Aprender sobre as finanças é uma forma de realizar práticas que ajudarão nas escolhas feitas pelo indivíduo, mantendo sempre o foco em entender como funciona o dinheiro no mundo, tendo como objeto a administração dos ganhos e gastos.

Ser educado financeiramente não se limita a cortar gastos, acumular muito dinheiro e enriquecer. Na verdade, é muito mais do que isso. Uma pessoa que organiza seu dinheiro tem melhor qualidade de vida e sabe administrar o dinheiro com segurança.

Por que é importante estudar a educação financeira?

Por que é importante estudar a educação financeira

Ao viver em uma sociedade que se baseia no consumo e nas compras constantes, é muito comum que o sujeito acabe perdendo o controle de seus gastos e entre em um ciclo de endividamento.

Em 2018, o Brasil possuía cerca de 63,4 milhões de pessoas com contas atrasadas, no que aponta um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) publicado pelo Estadão.

Ainda assim, isso não atinge apenas as terras brasileiras, outros países têm enfrentado há décadas o mesmo problema, ao ponto de necessitarem de soluções drásticas.

Não à toa, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), que envolve 36 nações, decidiu criar um projeto governamental, em 2003, com o objetivo de melhorar a educação financeira através da disseminação de seus princípios para a população, o que só reforça a importância e a necessidade latente de abordar a educação financeira.

Tendo em vista que essa é uma demanda mundial, nota-se que a educação nas finanças tem um papel fundamental.

Com ela, é possível facilitar o processo de entendimento desse consumo vivenciado diariamente, além de ajudar o indivíduo a encontrar uma maneira de gerenciar seus gastos através de práticas simples e conscientes.

Qual o objetivo deste estudo?

Aqui, o objetivo é a orientação financeira, sem cortar as despesas, mas planejando-as para que o resultado no fim do mês seja positivo.

Para isso, o sujeito irá se informar; clarificar suas metas; ser consciente de seus ganhos e gastos; conhecer os termos de finanças pessoais com a ajuda de livros e PDFs sobre educação financeira; aprender sobre os riscos e investimentos; encontrar formas de fazer o dinheiro render, dentre tantas outras possibilidades.

O que vale é torná-lo consciente de todas essas transações, sem apenas usar o dinheiro de maneira desenfreada e impulsiva.

Lembre-se: quanto mais informação se tem sobre algo, melhor é.

Como começar a organizar meu dinheiro?

Para colocar a educação financeira em prática, a primeira coisa que você deve fazer é entender quanto você ganha e como você gasta seu salário. Com isso, você vai descobrir se o seu padrão de vida condiz com sua renda mensal.

E não é só isso! É preciso compreender de que forma o dinheiro contribui ou não para sua felicidade ou se você está usando as compras para se realizar pessoalmente. Nesse caso, é bom reavaliar o que tem valor e o que tem preço, já que, para muitas coisas, o desperdício de dinheiro pode ser evitado.

Com essa reflexão, você vai começar a mudar alguns hábitos sem precisar sofrer muito. Na verdade, o que está em jogo aqui é a escolha de caminhos mais saudáveis para seu dinheiro e, claro, para sua felicidade. 

Para isso, confira 7 dicas de educação financeira que vão ajudá-lo no seu dia a dia:

7 Dicas Poderosas de Educação Financeira

1. Quite Suas Dívidas de Juros Altos

Quite Suas Dívidas de Juros Altos

Quanto mais tempo você mantém uma dívida, mais meses terá que pagar os juros.

Consequentemente, se esses juros forem altos, maior será o seu gasto ao prolongar o pagamento.

Por isso, optar por um empréstimo pessoal com a menor taxa de juros do mercado para cobrir a dívida de altos juros é uma ótima opção.

No Bom Pra Crédito, as taxas são a partir de 1,9% ao mês, em comparação, por exemplo, com os juros do cartão de crédito, que chegam a 12,7%.

Faça as contas, perceba a diferença e faça a escolha certa.

2. Domine as 3 Etapas do Acúmulo de Riqueza

Quando se pensa em educação financeira, o acúmulo de riquezas, ou seja, esse ato de poupar agora para consumir no futuro, é extremamente importante.

Por isso, três etapas permeiam essa teoria, sendo elas: gerar uma economia mensal, rentabilizá-la e preservar. Mais abaixo abordaremos esse tema, fique atento.

3. Aprenda a Diferença Entre Preço e Valor Para Melhorar sua Educação Financeira

Aprenda a Diferença Entre Preço e Valor Para Melhorar sua Educação Financeira

Você já ouviu dizer que alguns objetos são tão valiosos que tem o preço inestimável?

Se sim, sabe bem que o valor está relacionado a uma série de fatores qualitativos, que nem mesmo o dinheiro é capaz de quantificar.

Tomando isso como base, o conceito de preço se refere ao custo de algo, o dinheiro investido para adquiri-lo.

Já o valor é a percepção desse preço, ou seja, é a forma como o sujeito percebe essa quantia, julgando-a ser justa ou não. E é exatamente essa análise que é fundamental ser feita.

Ao saber essa diferença entre ambos, é possível reduzir o consumo por impulso.

Assim, em vez de olhar uma peça e comprá-la de imediato por ser, por exemplo, de uma marca especial, o cliente vai considerar se ela realmente vale a pena, se é um produto de qualidade, se o preço condiz com o mercado e se vai durar por muitos tempo ou se vai estragar logo.

Esses mínimos detalhes fazem a diferença e garantem uma compra assertiva, em vez de levar um produto ruim e caro para casa.

4. Aprenda a Economizar da Melhor Maneira

De acordo com a Revista Forbes (2016), na busca pela economia de dinheiro, as pessoas deveriam tentar um método que ficou conhecido como 50-20-30.

Nele, 50% da renda iriam para as contas, boletos e compromissos que o indivíduo já paga mensalmente, 20% seriam economizados ou investidos e os outros 30% seriam usados para os gastos supérfluos, como uma roupa nova ou um cineminha.

Ainda assim, apesar deste ser um método promissor, há outras maneiras mais simples de economizar, como usando uma planilha de gastos ou evitando excessos, tal qual jantar fora.

Algumas dessas soluções para a sua rotina financeira, inclusive, já foram abordadas aqui no site. Não deixe de conferir para aprender.

5. Invista Seu Dinheiro

Invista Seu Dinheiro

Apenas quem tem uma grande quantia de dinheiro pode investir, verdade? Mentira. Mesmo quem tem pouco pode fazer investimentos.

Seja no Tesouro Direto, na taxa Selic a 6,5%, a poupança passou a render apenas 4,55% ao ano.

O que faz com que existam diferentes tipos de investimento mais rentáveis do que ela e que prometem ganhos ainda maiores, quando comparados.

Apesar disso, se você ao menos considerou economizar parte do seu dinheiro e aplicá-lo, isso já é um sinal de que está interessado na educação financeira e está começando a se planejar.

Então, não desista caso ainda seja iniciante no processo. Busque cursos, assista vídeos sobre educação financeira no Youtube, leia a respeito e informe-se. O primeiro passo já foi dado.

6. Crie Metas Financeiras de Acordo com Suas Prioridades – Estabeleça Objetivos

A educação financeira faz com que você entenda onde quer chegar, ou seja, faz com que você compreenda seus sonhos e os objetivos que estabeleceu.

Dessa maneira, seja a curto, médio ou longo prazo, o ideal é que possam ser criadas pequenas metas financeiras atingíveis, organizando-as de acordo com o que tiver maior prioridade no momento.

Ao criar esse plano de ação, você se torna mais consciente do que realmente quer, focando nas metas que criou, em vez de gastar o dinheiro com outras opções que talvez não sejam tão emergenciais.

Além de ser uma forma mais simples de encarar os sonhos, a completude destes objetivos dá mais impulso e ânimo para que o indivíduo possa realizar o próximo desejo, tal qual comprar um eletrodoméstico, um carro ou até mesmo zerar uma dívida que tem mantido por anos.

7. Crie uma Reserva Financeira para Emergência

Crie uma Reserva Financeira para Emergência

A reserva de emergência é um dinheiro que fica guardado para qualquer eventualidade. Porém, deve ser usado apenas em situações que sejam, de fato, emergenciais, como a perda do emprego, casos de doença, entre outros fatores.

O ideal é que ela corresponda ao custo de vida do indivíduo por seis meses, contendo gastos fixos, variáveis, extras e supérfluos, tendo como base o orçamento mensal e uma planilha do que é consumido.

Assim, caso haja a necessidade, essa reserva será o suficiente para “segurar as pontas” durante o período de dificuldades.

Fora isso, é importante que ela permaneça intocável e guardada a sete chaves, precisando que o dono das finanças tenha autocontrole e esteja pronto para entender que esse é um dinheiro que deve ser utilizado apenas em último caso.

Princípios Básicos da Educação Financeira

Quando se trata da educação financeira, há alguns princípios que regem esse conceito, sendo fundamentais que o indivíduo os siga a fim de alcançar uma boa saúde monetária. Seriam eles:

Atitudes que determinam uma boa educação financeira

Como você percebeu, para descobrir o que é educação financeira, você precisa entender seu comportamento. A partir daí, você deve inserir novos hábitos em sua rotina para que você use o dinheiro de forma consciente.

Anote tudo: Tenha o hábito de controlar o que entra e o que sai da sua conta bancária. Não importa se você comprou um café ou um celular novo. Anote tudo.

Crie metas concretas: Faça uma lista de desejos que você pretende conquistar ainda neste ano e do que você quer para daqui 5 ou 10 anos, por exemplo. Calcule o quanto de dinheiro será necessário e foque nisso.

Faça escolhas inteligentes: Se você pode levar marmita para o trabalho, por que almoçar em restaurantes? Se você pode assistir um bom filme em casa pela Netflix, por que ir ao cinema toda semana?

Invista dinheiro: Para fazer seu dinheiro render, coloque-o no Tesouro Direto e Bolsa de Valores, por exemplo. Com 30 reais por mês já dá para investir, ou seja, isso não é só para quem tem muito dinheiro.

Pechinche: Peça desconto no supermercado, para a operadora do seu celular, na loja de roupas, entre outros contextos. Não é vergonha nenhuma pechinchar e não há limites para isso. 

Reduza suas contas fixas: Economize água e energia elétrica. Diminua o plano da internet e compartilhe assinaturas, como a da Netflix, com amigos. Deixe o carro em casa e vá ao trabalho de transporte público.

Quite suas dívidas: Se você vive com a conta no vermelho todo mês, é hora de acabar com esse hábito de uma vez por todas. É melhor pedir um empréstimo para colocar a vida em ordem antes que as dívidas virem uma bola de neve.

A Independência Financeira:

Todos sonham com a independência financeira. Seja para se libertar das dívidas ou para viver com a renda dos investimentos em vez de trabalhar, cada um tem um objetivo quando se fala dessa emancipação.

No entanto, como se sabe, poucos são os que realmente se preocupam em conquistar essa independência desde cedo, especialmente os jovens.

As pessoas mais novas, em geral, têm dificuldades para enxergar a longo prazo e para estabelecer planejamentos que as levem a realizar esse sonho.

No lugar de comprar ativos, é comum que o dinheiro seja usado em passivos, como carros e outros objetos que não irão gerar riqueza e, sim, gastos – o que é um erro grave não apenas para os inexperientes, como também para os mais velhos.

Por fim, quando o sujeito se conscientiza sobre a independência e sua vontade de alcançá-la, é preciso que o investidor seja paciente, compreendendo que se trata de um ciclo.

Não adianta investir irresponsavelmente ou de forma gananciosa, porque isso pode gerar à perda de dinheiro.

Sendo assim, é preciso estudar, planejar e colocar em prática todas as teorias antes de escolher a melhor forma de investir. Inclusive, vale a pena passar pelo ciclo de forma completa, criando primeiro o fundo de emergência, depois livrando-se das dívidas e por fim, usando o acúmulo de renda para sobreviver.

Todavia, vale lembrar que esse é um processo demorado e em etapas. Neste caso, a frase “a pressa é inimiga da perfeição” é mais do que bem-vinda!

Ciclo de Acúmulo de Riqueza

Ciclo de Acúmulo de Riqueza

O Ciclo do Acúmulo de Riqueza corresponde a três etapas fundamentais: acumular, rentabilizar e preservar.

E ele não precisa ser pensado apenas a longo prazo, acompanhando cada momento da vida do indivíduo, como também pode ser utilizado em pequenas metas mensais.

Ao controlar as finanças e gerar uma economia mensal, o sujeito começa a acumular.

Nessa primeira fase, é necessário controlar o orçamento, gerenciar o dinheiro que sobra do salário e poupar regularmente parte da renda.

Com isso, a chance de investir em ativos e multiplicá-los na etapa seguinte é ainda maior.

O próximo passo é a rentabilização, a multiplicação do patrimônio. Aqui, o dinheiro que foi guardado mês após mês pode – e deve – ser investido em ativos rentáveis.

Contudo, é importante ter precaução e tomar cuidado com os riscos que envolvem cada uma dessas transações.

Sendo assim, a ideia de criar a reserva de emergência anteriormente pode vir a calhar neste momento, caso haja alguma adversidade no caminho.

Na terceira etapa, ocorre a preservação ou a manutenção do patrimônio gerado na fase anterior.

Afinal, assim como na perda de peso, apesar da dificuldade que envolve conseguir alcançar a meta, o mais difícil ainda é manter os resultados positivos.

Agora, ao chegar neste ponto, o indivíduo até pode levar uma vida mais tranquila e ter alcançado a independência financeira.

No entanto, ainda é necessário manter os investimentos em ativos de menos risco, permanecendo com uma postura mais conservadora monetariamente e garantindo a segurança.

As Metas e o Planejamento Financeiro

Assim como tudo na vida, planejar é essencial para receber bons feedbacks e quando se trata de realizar as metas desejadas, não é diferente.

É preciso usar a educação financeira pessoal para encontrar um planejamento que se adeque ao orçamento, traçando uma estratégia para alcançar esses objetivos, estudando com cuidado as possibilidades e facilitando esse processo.

Por isso, é primordial encarar a realidade de cada um, observando quanto se ganha e gasta por mês, se há dívidas existentes, quanto se tem investido, dentre outros fatores.

Ao fazer essa análise e colocar os detalhes na ponta do lápis, fica muito mais fácil observar os hábitos de consumo, controlar o dinheiro, cortar gastos desnecessários e encarar tudo por outra perspectiva.

Tenha em mente que para alcançar um objetivo, é preciso organizar e gerenciar o dinheiro que já se tem.

E para gerenciá-lo, é necessário conseguir mensurá-lo. Com o planejamento, o diagnóstico da sua situação financeira fica evidente, podendo, até mesmo, ser um choque de realidade.

Conclusão

Conclusão

Agora que você entendeu o que é educação financeira e como ela pode fazer você organizar seu dinheiro, é importante não perder o foco. Aproveite as facilidades da internet para estudar mais sobre finanças.

Com todas as considerações vistas acima, é possível perceber sua importância, não apenas para poupar ou investir, mas principalmente para entender o funcionamento monetário, planejar as próximas ações que serão tomadas e conseguir visualizar o orçamento através de uma planilha.

No mundo de hoje, não adianta apenas trabalhar e colocar uma parcela do salário na poupança – ou pior, encerrar o mês no vermelho porque nada sobrou.

É preciso investir, ter sabedoria, analisar as opções com cuidado e não se deixar enganar por técnicas que podem ou não dar certo. É essencial ter conhecimento sobre a causa.

Por isso, saber como lidar com os ganhos e perdas (ou com a renda e as contas) é algo que se deve aprender desde pequeno, no ensino infantil e na escola.

Afinal, um sujeito que cresceu sabendo gerenciar o que possui, calculando sua vida monetária e poupando para o futuro tem muito mais chances de ter uma saúde financeira estável do que o que gasta compulsivamente, não controla seus impulsos e se deixa levar por satisfações momentâneas.

Além disso, o mundo online também ajuda muito a encontrar melhores preços de diversos produtos, serviços e diversos tipos de orientações. Um deles é o empréstimo online oferecido pelo Bom Pra Crédito em parceria com mais de 30 bancos do Brasil.

Falar sobre dinheiro também é falar sobre ter capacidade de adiar as recompensas, ser paciente e colher frutos, o que faz com que a educação financeira seja tão importante em diferentes etapas da vida.

Não apenas para o pequenino que está começando a poupar a mesada, mas também para o adulto que quer empreender para ter uma vida mais confortável e para o idoso que quer investir na aposentadoria.

Contudo, se você está começando agora a conhecer esse tipo de educação, ainda não estabeleceu uma vida monetária saudável, não sabe onde se esquivar com tantas contas e está precisando de ajuda, o Bom Pra Crédito tem a solução.

Comece quitando suas dívidas com um empréstimo pessoal e dê o primeiro passo para alcançar a sua independência. Não se esqueça: são etapas. E essa… bem, essa pode ser a sua primeira.