9 negócios que começaram como improviso e se tornaram grandes empreendimentos

Larissa Carvalho

| 11 minutos para ler

imagem de uma mesa com um despertador, um celular, canetas, papéis e um óculos

Resumo da matéria

  • Ralph Lauren
  • Jan Koum (fundador do Whatsapp)
  • Oprah Winfrey
  • Alberto Saraiva (criador do Habib’s)
  • Flávio Augusto da Silva (criador da Wise Up)
  • Eloi D´Avila (criador da FlyTour)
  • Samuel Klein (criador das Casas Bahia)
  • Geraldo Rufino (criador da JR Diesel)
  • Caito Maia (criador da Chilli Beans)
  • Por que conhecer a história de empreendedores que começaram do zero?

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As histórias de quem começou do zero, tropeçou, caiu e ergueu um império no mundo dos negócios

Reunimos aqui algumas histórias de empreendedores que começaram do zero, como um improviso e podem ser uma excelente fonte de inspiração para quem está começando. Essas dicas de negócios podem ser valiosas para quem quer buscar seu lugar no Mercado!

Algumas são tão surpreendentes que parecem ficção. Sem ter herdado uma empresa altamente lucrativa, sem contar com dinheiro de família, começando de forma realmente humilde, eles conseguiram chegar lá.

Pessoas de sucesso nos negócios estão aí para mostrar justamente que é sempre possível alcançar seus objetivos, seja lá qual for seu ponto de partida. Muitas lições podem ser tiradas e muitos erros podem ser evitados — especialmente o erro de desistir!

Então, está pensando em abrir um negócio ou anda com dificuldade de levar sua empresa adiante? É hora de ver nossa seleção de histórias de empreendedores que começaram do zero.

Preparado?

Ralph Lauren

Quem nunca viu uma camisa com o famoso logotipo de um homem jogando polo? A marca é tão famosa, que se tornou o próprio nome desse estilo de camisa, de manga curta e gola com botões.

O que nem todo mundo sabe é que o homem por trás da grife, o famoso estilista Ralph Lauren, cujo nome é sinônimo de moda em todo o mundo, cresceu como um filho de imigrantes pobres no bairro do Bronx, em Nova York.

Ele nasceu chamado Ralph Lifshitz, em uma família de judeus que havia fugido da guerra na Bielorrússia.

Conseguiu trocar de nome no final da adolescência, depois de sofrer muito bullying por sua origem.

Para se distrair das condições difíceis em que vivia, seu escape era o cinema. Passava quase todo o tempo livre imerso nas diferentes realidades mostradas na tela.

Fascinado pelos filmes, revelaria anos depois que as suas conquistas, improváveis para um menino pobre do Bronx, foram inspiradas na ficção.

Ainda jovem, conseguiu um emprego vendendo gravatas em uma loja chamada Brooks Brothers.

Em seu trabalho, ficava imaginando se os homens americanos não estavam dispostos a um estilo um pouco mais ousado.

Desenhou sua própria linha de gravatas, com um corte diferente, mais largo do que se usava na época (anos 1960).

O sucesso não foi instantâneo.

Aos 28 anos, quando trabalhava para a fabricante Beau Brummell, conseguiu convencer a companhia a fabricar a sua linha própria de gravatas.

A partir daí, fundou sua própria empresa e expandiu para outras peças de vestuário. Isso sem nunca ter frequentado uma escola de moda.

Hoje, o valor da Ralph Lauren Corporation é estimado em 6,8 bilhões de dólares (R$ 25 bilhões), segundo a revista especializada Forbes.

Só a coleção de carros raros e antigos de Ralph foi avaliada em mais de 300 milhões de dólares (R$ 1,1 bilhão).

imagem de um papel amasado em cima de um desenho em giz formando uma lampada a frente de um fundo preto remetendo à ideias para negócios

Veja também: 09 características que todo empreendedor de sucesso deve ter… você tem?

Jan Koum (fundador do Whatsapp)

Jan Koum é mais um dos empreendedores que começaram do zero.

Por trás do aplicativo que facilita a comunicação de mais de 1,5 bilhão de usuários e não para de crescer, existe uma história de grande superação.

Koum nasceu em um vilarejo pobre em uma área rural próxima a Kiev, na Ucrânia, na época da União Soviética.

Sua casa não tinha água quente. Não tinha banheiro dentro da escola que ele frequentava, então as crianças precisavam sair na área externa para chegar lá.

Detalhe: fazia 20 graus negativos no inverno.

A sociedade era extremamente fechada. Seus pais tinham medo de falar no telefone, com receio de que o governo soviético pudesse estar escutando.

“Você pode ler 1984 (o livro de George Orwell a respeito do controle do Estado sobre a população), mas viver lá era experimentá-lo”, disse Koum certa vez à revista Wired.

Aos 16 anos, em 1992, ele, sua mãe e sua avó conseguiram se mudar para a Califórnia.

As dificuldades não terminaram: seu pai ficou na Ucrânia – e obviamente ainda não existia o WhatsApp para encurtar a distância.

Nos Estados Unidos, os três viveram em instituições cedidas pelo governo. Para comer, também dependiam de assistência.

Durante algum tempo, sobreviveram à base dos “selos de comida”, um programa social de nutrição no qual as pessoas recebiam pequenos cartões que podiam ser trocados por alimentos nos mercados.

Jan Koum conta que chegou a estudar matemática e ciência, mas era “ruim em ambos”. Mesmo sem faculdade, foi se aproximando do mundo da tecnologia.

Teve uma série de empregos até chegar ao Yahoo!. Lá, conheceu Brian Acton, que seria o cofundador do WhatsApp. Os dois deixaram a empresa no mesmo dia, em 2007.

Em 2009, lançaram seu aplicativo, que inicialmente servia apenas para indicar o status quando o usuário não podia atender a uma ligação: “estou em reunião” e coisas do tipo.

Não deu em nada.

Curiosamente, naquela época, os dois fizeram entrevistas para trabalhar no Facebook. Foram rejeitados.

Depois que aprimoraram o WhatsApp e mudaram seu foco para mensagens instantâneas, o negócio decolou.

Eles alteraram bastante o projeto inicial, mas continuaram fiéis aos seus lemas do início: sem propagandas, sem armazenamento de mensagens.

Devido à sua infância e adolescência, fazia todo o sentido que Jan Koum trabalhasse na democratização das comunicações por telefone.

Em 2014, ele e Brian Acton venderam o WhatsApp para o Facebook (empresa que os havia rejeitado poucos anos antes) e se tornaram bilionários.

Oprah Winfrey

Oprah Winfrey é tão influente, que, mesmo nunca tendo exercido um cargo político, o seu nome volta e meia é cogitado para a presidência dos Estados Unidos, um fato inacreditável para uma menina que nasceu de uma mãe solteira adolescente em uma zona rural do Mississipi nos anos 1950.

Nessa época, antes dos direitos civis, em um estado sulista (como o Mississipi), negros poderiam ser presos ou mortos por tentarem votar ou simplesmente entrar em um restaurante para brancos.

Oprah foi criada pela avó nos primeiros anos de vida. A avó era tão pobre, que fazia vestidos para ela com sacos de batata.

Aos seis anos, foi morar com a mãe em Milwaukee.

A mãe, com dificuldades para criar ela e uma irmã sozinha, mandou Oprah para viver com o suposto pai, que na época tinha se tornado um barbeiro no Tennessee — anos depois, outro homem alegaria ser seu verdadeiro pai.

Oprah conta ter sido vítima de abusos sexuais durante a maior parte da infância. Aos 14, ficou grávida. O bebê nasceu morto.

Tudo que ela sofreu se tornou combustível para o sucesso que viria a obter.

Oprah se transformou em sinônimo de programas de talk-show com sua abordagem direta, sincera e confessional.

Sua família não havia acreditado nas histórias de abuso. Mas o mundo acreditou. Oprah deu voz aos oprimidos e ajudou a mudar a cultura do seu país e de muitos outros.

Impulsionada pelo seu programa, que foi um sucesso de audiência durante 25 temporadas, Oprah criou um império.

Hoje, seu valor de mercado é de quase 3 bilhões de dólares (R$ 12 bilhões). Oprah é a única mulher negra na lista de bilionários da Forbes.

Alberto Saraiva (criador do Habib’s)

As histórias de gente que venceu começando do zero não são exclusividade dos Estados Unidos. Uma das maiores redes de fast food do Brasil tem uma tragédia por trás.

O pai de Alberto Saraiva trouxe a família de Portugal para o Brasil em busca de novas oportunidades.

Quando Alberto tinha 17 anos, a família se mudou do interior do Paraná para São Paulo, para que ele pudesse perseguir seu sonho de ser médico.

Para pagar as contas, seu pai comprou uma padaria. O negócio não era bom, mas ficaria ainda pior.

Em um assalto ao estabelecimento, o pai de Alberto foi assassinado.

Mesmo abalado e traumatizado, Alberto trancou o curso de medicina e assumiu o empreendimento do pai. A situação não era nada boa. A padaria tinha equipamentos velhos, pouca mão de obra e muita concorrência.

Sua estratégia foi vender pão 30% mais barato que os concorrentes.

Pouco mais de um ano depois, vendeu a padaria, agora faturando, para outro português. E voltou a estudar.

Durante o restante do curso de medicina, porém, sempre dividiu suas atenções com outras empreitadas.

Criou a Casa do Pastel, sempre vendendo baratinho, e fez sucesso. Depois a do nhoque, a da fogazza, a da pizza…

Quando se formou, Alberto guardou o diploma e voltou para trás do balcão. Nunca exerceu a medicina.

Um dia, conheceu um cozinheiro que pedia emprego. O homem era especialista em comida árabe.

Nascia assim o Habib’s, que hoje comercializa mais de 600 milhões de esfihas em 421 lojas espalhadas pelo Brasil.

Flávio Augusto da Silva (criador da Wise Up)

Flávio Augusto da Silva é nascido e criado na periferia do Rio de Janeiro, filho de pai militar e mãe professora da rede pública.

Como tantos milhões de brasileiros em grandes cidades, gastava horas no transporte público diariamente. Não chegou a fazer faculdade.

Aos 19 anos, começou a trabalhar em uma escola de inglês. Vendia os cursos de um orelhão.

Em quatro anos, virou diretor regional comercial da empresa. 

Percebeu que o mercado estava mudando e passando a exigir o inglês, e decidiu lançar uma novidade para a época: inglês para adultos.

Ele e a mulher, Luciana, pegaram um empréstimo de R$ 10 mil cada e iniciaram a Wise Up, uma escola que cobrava mais caro que a maioria, mas oferecia um curso completo em 18 meses.

Flávio chegou aos 26 anos com 24 escolas e 1,2 mil funcionários.

Ele vendeu a rede com 393 filiais ao Grupo Abril Educação, em 2013, por R$ 877 milhões, e a recomprou em 2015, em crise, por R$ 398 milhões.

Depois da reestruturação, em 2017, vendeu 35% da Wise Up a Carlos Wizard, criador das escolas Wizard, formando uma holding de educação.

Em 2013, diversificou bastante os negócios ao adquirir o clube de futebol Orlando City, dos Estados Unidos, que contratou Kaká.

Além de bilionário, Flávio se tornou um guru do empreendedorismo. Sua página, Geração de Valor, tem mais de 3 milhões de seguidores no Facebook.

Uma das principais bandeiras que defende é inspirada na própria história de vida: a capacidade de realização de qualquer pessoa, ainda que começando do zero ou enfrentando grandes obstáculos.

Eloi D´Avila (criador da FlyTour)

Aos 9 anos de idade, Eloi D’Avila fugiu da casa da irmã que o criava, escapando de um cunhado alcoólatra e violento, em Rio Negro, interior do Rio Grande do Sul. Foi até São Paulo de carona.

Viveu nas ruas, trabalhando como engraxate e vendedor de jornal, entre outras profissões.

Chegou ao Rio de Janeiro.

Depois de trabalhar lavando e guardando carros, virou office boy na agência de turismo Stella Barros.

Foi o seu primeiro contato com o ramo que o deixaria milionário.

A dona deixava que ele dormisse no sofá da loja, o que o permitiu sair da rua depois de muitos anos.

Casou, teve filhos, chegou a acumular três empregos simultâneos e depois ficou desempregado.

Tornou-se representante no Brasil da rede de hotéis Pan-Americana, trabalho que o levou a criar a EDO Representações.

A EDO foi o embrião da FlyTour, empresa líder em emissões de bilhetes aéreos na América Latina e a maior agência do Brasil de “business travel”, viagens para empresas.

Faturou R$ 6,1 bilhões em 2018.

 Samuel Klein (criador das Casas Bahia)

Samuel Klein talvez nem possa ser classificado como um empreendedor que começou do zero. Na verdade, ele começou do negativo.

Basta lembrar que ele nasceu na Polônia em 1923 e sobreviveu a um campo de concentração nazista na Segunda Guerra Mundial antes de se naturalizar brasileiro.

Já seria vitória suficiente para uma vida, mas Samuel ainda realizou mais.

Em São Paulo, começou a vender de porta em porta produtos de cama, mesa e banho. Foi o primeiro empreendedor brasileiro a focar nas classes C e D.

Criou um sistema baseado em confiança e valorização do cliente, vendendo a prazo no carnê.

Morreu em 2014, aos 91 anos, deixando um império chamado Casas Bahia e uma filosofia que transformou a venda em varejo e o comércio em geral no Brasil.

“Acredito no ser humano. Caso contrário, não abriria minhas lojas todos os dias”, dizia Klein.

Geraldo Rufino (criador da JR Diesel)

Após a morte da mãe, Geraldo Rufino abandonou a escola na segunda série, aos sete anos.

Ainda criança, recolhia latinhas para vender no ferro-velho. Morava na favela do Sapé, em São Paulo.

Voltou a estudar aos 13, por exigência do gerente do Playcenter, que o contratou como office boy.

Foi conquistando seu espaço aos poucos, até que, por volta dos 25 anos, tinha dois caminhões, que usava para transportar adubo.

Em um acidente, em 1985, seus dois caminhões ficaram inutilizáveis. Sem seguro, se viu obrigado a desmontá-los e vender as peças.

Foi um golpe fatal para o seu negócio, mas, em meio à adversidade, ele percebeu que havia espaço para esse trabalho no mercado.

Nascia assim a JR Diesel, que hoje é a maior empresa da América Latina em reciclagem e desmontagem de veículos.

imagem de cima de uma mesa com um caderno, uma caneta e uma xácara de café

Veja mais: 5 histórias de empreendedorismo feminino para você se inspirar

Caito Maia (criador da Chilli Beans)

Caito Maia, como a maioria das pessoas, demorou um pouco a encontrar o que ele iria fazer de fato na sua vida profissional.

Ele tentou a carreira como modelo, jogador de basquete e músico. Inclusive teve uma banda em 1996, que se chamava Las Ticas Tienen Fuego. 

Nesse período, chegaram até a fazer uma turnê pelo Brasil, e, posteriormente, tiveram um videoclipe indicado na premiação do MTV Video Music Brasil (VMB).

Caito estava muito confiante de que levaria o prêmio, mas, infelizmente, isso não aconteceu, e esse ocorrido fez com ele se questionasse se valeria realmente a pena continuar investindo na sua carreira como músico. 

O empreendedor Caito Maia sempre se via no impasse de investir na banda, ou se dedicar aos outros negócios que tinha.

Depois de muita dúvida e, após o ocorrido na MTV, ele decidiu se dedicar aos negócios, que, como sabemos, deram muito certo.

A história da Chilli Beans teve início quando Caito Maia abriu a sua primeira empresa de venda de óculos, a Blue Velvet.

A primeira compra realizada pela empresa foi de 200 óculos, e todos foram vendidos para os seus amigos.

As compras dos óculos naquela época eram realizadas pelo próprio Caito, nos Estados Unidos, pois era muito mais fácil e acessível, para ele, ir para lá.

Então ele ia, com várias mochilas vazias, e, ao chegar nos EUA, ele economizava o máximo possível com as suas despesas, tomava banho no aeroporto, gastava quatro dólares em lanches e comprava vários óculos escuros. Enchia as mochilas e voltava para vender no Brasil. 

Após as vendas dos óculos, ele repetia o processo, fazendo, assim, o dinheiro girar. Com o aumento das vendas, ele decidiu ampliar o seu horizonte de clientes.

Foi então que Caito começou a bater na porta de algumas empresas para vender os óculos. 

Durante essa ampliação, Caito conta que Tufi Duek, estilista e fundador da Forum, fez um pedido de 18 mil óculos, só que Caito, na época, não tinha dinheiro para comprar nem 1000 óculos, quem dirá 18 mil.

Por conta disso, ele explicou que não daria para pegar esse pedido pois não tinha dinheiro para comprar.

Foi então que Tufi disse que adiantaria parte do dinheiro para que ele pudesse comprar os óculos. 

A partir daí, em meados de 1994, a empresa foi crescendo e chegou a ter 250 clientes de atacado no Brasil.

Mas, depois de dois anos, Caito levou calote de dois clientes, o que foi o suficiente para quebrar a firma e levar a Blue Velvet à falência.

 Só que Caito tinha amor e prazer por aquilo que ele fazia, então não desistiu com facilidade. 

O grande empreendedor pegou todo o estoque que havia sobrado da Blue Velvet e decidiu começar a trabalhar no varejo, para tentar melhorar o seu fluxo de caixa. 

Caito então decidiu que montar um estande no mercado Mundo Mix, um evento que acontecia nos anos 90 em São Paulo e que era focado em vendas de acessórios de moda e roupas.

Caito conta em uma entrevista que ninguém no evento perguntava o que ele vendia, todos só queriam saber qual era a marca, porém ele não tinha, ele era apenas um vendedor de óculos.

E foi assim que nasceu a marca Chilli Beans, com um banner e uma logomarca improvisada, mas já exibindo a famosa pimenta vermelha.

Após o lançamento da marca, o sucesso foi inevitável. Devido à grande procura pelos óculos de sol coloridos, Caito abriu a primeira loja, colocou música alta e contratou vendedores com visuais bem diferentes.

E, assim, ele foi crescendo e trabalhando muito, quando, em 2001, ele decidiu transformar a marca Chilli Beans em uma franquia.

Hoje a Chilli Beans se mantém focada nas tendências do mercado, mantendo incríveis lançamentos semanais.

É como Caito diz: “Eu não vendo óculos, eu vendo histórias, afinal, óculos qualquer barraca ou loja vende”.

Por que conhecer a história de empreendedores que começaram do zero?

São muitos os obstáculos no caminho de quem empreende.

Queda nas vendas, aumento de impostos, falta de pessoal, dificuldade de obter crédito…

Para superar tudo isso, é preciso uma boa estratégia, um ótimo planejamento e, acima de tudo, muita resiliência.

E isso tem de sobra nas histórias de quem começou do zero e alcançou o sucesso. 

Conhecer as suas jornadas pode inspirar outros empreendedores a seguir adiante, independentemente das dificuldades.

Repetir os seus acertos, evitar os seus erros — tudo isso pode poupar novos empresários de muitas decepções.

Na prática, é bom estar preparado para uma montanha de dificuldades. 

E aí, foi inspirado pelas histórias e dicas deste artigo? Conte pra gente nos comentários quais são os seus insights e os seus planos de negócio.

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