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Por que não tomar empréstimo com um agiota

2018-08-28T16:27:17+00:00

Por que não tomar empréstimo com um agiota

Em momentos de dificuldade financeira, as promessas de alternativas de empréstimo com agiota se tornam tentadoras. Afinal, com crise financeira, crescimento do desemprego e as contas básicas de luz, água e alimentação que só sobem, para a maioria das famílias brasileiras, fica difícil a tarefa de se sustentar sem se endividar.

É nesse cenário de desespero e tentativa de quitar as dívidas que um agiota apresenta sua falsa “oportunidade crédito fácil” para atrair os necessitados a caírem em uma enorme armadilha financeira. Isso é um perigo. Neste texto você vai saber por que não tomar empréstimo com um agiota.

Como um agiota atua?

Agiota é aquele indivíduo que oferece um empréstimo financeiro por fora do mercado legal de crédito. Por não seguir as regras, eles usam de argumento o fato de não haver necessidade de documentos ou comprovação de renda para emprestar, constando um dinheiro “rápido e fácil” nas mãos da pessoa.

O principal alvo da agiotagem são indivíduos endividados e/ou que necessitam de grandes quantias para atender a uma emergência e que, por terem o nome sujo, não conseguem empréstimos legalmente nos bancos.

Mas não se engane: acreditar em um agiota é extremamente perigoso. Continue a leitura e entenda por que você não deve tomar empréstimo com um agiota, em nenhuma circunstância:

 

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Quatro motivos para você não pegar empréstimo com agiota:

1. A prática da agiotagem é crime

Os agiotas se aproveitam de vulnerabilidade financeira alheia para enriquecer ilicitamente, utilizando acordos que não respeitam a legislação para poder ter uma vantagem sobre os serviços de empréstimo permitidos, e ainda obter mais retorno financeiro.

Esse tipo de atividade constitui um crime contra a economia popular, segundo o Art. 4º da Lei 1521/1051. Neste artigo, é definida como crime a cobrança de juros ou comissões em dívidas utilizando taxas mais elevadas que a permitida por lei (o limite é de 12% ao ano, segundo nossa Constituição Federal), com pena de seis meses a dois anos de prisão.

Além disso, a agiotagem também consta como crime contra o Sistema Financeiro Nacional, já que empresta dinheiro sem autorização prévia do órgão competente, o Banco Central do Brasil, conforme prevê Art. 7º da Lei 7.492/86. Essa infração tem pena de 2 a 8 anos de prisão e multa.

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É bom esclarecer que empréstimo entre pessoas físicas não é imediatamente crime. Assim, não tem problema pegar empréstimos com um civil contanto que siga as regras e tenha uma mediação legal, seja por um contrato oficial, seja por uma empresa credenciada.

E, inclusive, cobrar juros, contanto que sejam baixos, apenas para ressarcir o valor emprestado com correção monetária. Assim demonstrará objetivo de ajudar, e não de lucrar.

 

2. As taxas de juros são abusivas

Um dos principais motivos da agiotagem ser ilegal é justamente porque os juros são mais elevados do que o permitido. Eles fazem isso porque o objetivo do agiota nunca é resolver o seu problema, ajudar a quitar as dívidas e realizar seus sonhos, pelo contrário, eles buscam enriquecer através das taxas de juros abusivas sobre os empréstimos.

Eles podem até te “dar” dinheiro em um primeiro momento, mas o que ganham no retorno é o bastante para compensar e fazê-los lucrar com o golpe.

Enquanto em bancos e instituições financeiras legalizadas os juros costumam ser de menos de 10% ao mês, os agiotas cobram bem mais, de 20%, 50% e até 100% ao mês.

Como não são regularizados, eles mesmos escolhem os valores, alcançando esses números que causam verdadeiros transtornos na hora de devolver.

Isso porque uma pessoa que necessita de dinheiro urgente dessa forma dificilmente tem capacidade de arrecadar não só o valor inicial, mas o dobro dele, em um mês para realizar o pagamento. Assim é gerado um efeito bola de neve, em que cada mês a dívida só aumenta e as dificuldades de pagar também.

 

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3. As garantias pedidas são maiores que o empréstimo

O agiota pode até não pedir sua comprovação de renda para realizar o empréstimo. Mas ele pedirá bens pessoais como garantia, itens como joias, carros ou até imóveis, de valor muito superior ao empréstimo.

É por esse motivo que eles utilizam taxas de juros elevadas e que sabem que o devedor não será capaz de pagar. Eles esperam que isso aconteça para tomar esses bens, muito mais valiosos, para eles mesmos.

Para ter direito aos bens da garantia, eles chegam a falsificar procurações legais ou documentos de venda de imóveis, assinadas pelo indivíduo, para simular a legalidade e ter o falso poder judicial sobre o seu patrimônio. Isso é feito para desencorajar que a vítima recorra judicialmente após o ocorrido e para que o processo seja dificultado.

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4. Os métodos de cobrança são violentos

Mesmo que o objetivo final seja ganhar o seu patrimônio, isso não significa que eles vão simplesmente pegá-lo e encerrar o contrato.

Uma vez que a meta do agiota é enriquecer o máximo possível, eles farão de tudo para extorquir o endividado ao máximo, cobrando as parcelas de pagamento até não sobrar mais nada.

Para conseguir o que querem, seus métodos não tem limites. Eles usam de ameaças de violência sobre o indivíduo e seus familiares, várias vezes partindo de fato para a agressão.

A ideia deles é botar medo nos devedores para forçá-los a entregar cada centavo que tiverem para pagar as dívidas, mesmo que isso signifique abrir mão de se alimentar ou comprar um remédio importante.

Por mais que a pessoa seja capaz de se planejar e pagar o empréstimo por completo, eles podem a qualquer momento mudar as regras à revelia para aumentar os juros ou permanecer com o patrimônio da garantia.

Por ser uma transação informal e sem validade legal, recorrer na justiça nesses casos é muito complicado e o agiota pode até aumentar a violência para silenciá-lo e evitar uma denúncia. É um cenário muito perigoso.

 

Quais as alternativas para pagar minhas dívidas?

Existem algumas estratégias para adotar e conseguir quitar suas dívidas, como fazer um planejamento para cortar despesas desnecessárias, buscar renda extra vendendo doces, por exemplo, ou em um trabalho temporário.

Se não for possível, existem métodos legais de empréstimo para ajudar a pagar as contas sem ter que tomar empréstimo com um agiota.

Por exemplo, você pode acessar o Bom Pra Crédito, maior e primeiro shopping online de crédito do Brasil, e como um só cadastro, consultar opções de empréstimo de diversas instituições financeiras, assim como comparar as alternativas e escolher o crédito que mais se adequada ao seu perfil e que cabe no seu bolso.

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