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Comprometimento de renda: o que é e quanto pode ser?

Comprometimento de renda: o que é e quanto pode ser?

A maior parte das pessoas sabe que controlar despesas é um bom jeito de cuidar das finanças e que é importante não gastar mais do que se ganha. Na teoria parece fácil,  mas, na prática, muita gente tem dificuldade de seguir essas recomendações. Especialmente quando a pessoa não monitora seus compromissos financeiros e, como consequência, perde o controle dos seus gastos. É a partir daí que começam os problemas com dívidas e aumenta o comprometimento de renda.

E o cenário de endividamento é mais comum do que você imagina. No último ano, de acordo com o Banco Central, o endividamento das famílias brasileiras chegou a 41%.

Não quer fazer parte desta estatística ou quer entender mais sobre o comprometimento de renda? Então este artigo é para você. Confira!

 

O que é comprometimento de renda?

Ao receber o seu salário no início do mês há sempre aquelas despesas que são uma certeza. Os chamados custos essenciais envolvem moradia, transporte, alimentação, educação e, eventualmente, saúde. São gastos que ninguém pode evitar e que se recomenda não ultrapassarem 50% da sua renda.

O que resta do seu salário pode ser poupado, investido no lazer, ou ser utilizado em empréstimos. Estes são os gastos extras, que não possuem a mesma regularidade dos custos essenciais. Temos então que o comprometimento de renda é aquele valor que deverá ser reservado todo mês para pagar uma conta.

O desequilíbrio financeiro acontece especialmente pelo cálculo equivocado das contas no orçamento familiar. Muita gente esquece que uma vez contraída uma dívida, ela deverá ser somada aos custos básicos.

Razão por que as compras à vista são sempre mais recomendadas. Em caso de serem utilizados os seus extras para um empréstimo, este valor passará a ser fixo também.

 

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Quanto deve ser o limite do comprometimento de renda?

Se o comprometimento de renda é um valor do orçamento que possuirá destino certo todo mês, qual deve ser o seu limite?

Com esta pergunta voltamos àquele nosso conceito inicial: é fundamental gastar menos do que se recebe. Essa é uma garantia orçamentária simples para que todas as suas obrigações sejam cumpridas ao final do mês.

A recomendação mais comum é que o limite do comprometimento de renda seja de no máximo 30%. Sobretudo se dentro deste valor uma parcela for destinada aos empréstimos e financiamentos.

Pense que na somatória final 70% do seu salário pode ficar comprometido. O que significa que para extras e emergências sobra menos de um terço do valor total.

É inclusive com base nestes cálculos que muitos empréstimos e financiamentos podem ser recusados. Os serviços bancários podem até praticar taxas menores de comprometimento, em torno de 20%.

O importante é que se o valor pretendido superar esta porcentagem do seu orçamento, por questões de segurança haverá uma recusa.

 

O que dizem os especialistas?

É preciso que nos questionemos se é desejável comprometer de 20% a 30% da sua renda com as dívidas, mesmo que a própria legislação brasileira regulamenta e aceita estes valores.

Economistas e demais especialistas do mercado, no entanto, defendem que se busque um percentual menor. A principal justificativa são os juros acumulados, que podem se tornar uma bola de neve nas contas familiares.

Emergências médicas podem ser outra razão para manter o nível do comprometimento de renda sob controle. Pois mesmo que custos essenciais devam levar em conta a saúde, podem acontecer imprevistos. Em razão disso há especialistas que defendem uma média de 5% de comprometimento.

O argumento em favor de uma economia tão radical? É que pessoas com renda de até dois salários mínimos tendem a gastar mais do que 50% com despesas básicas.

 

Toda minha renda foi comprometida com despesas básicas, o que fazer?

Suponhamos que você faça parte do grupo mencionado, ou por alguma razão, comprometeu todo salário do mês com coisas básicas. Pode parecer desesperador, mas o conselho é não deixar de pagar as dívidas.

Os juros e multas só pioram a situação ao longo do tempo. Diversificar as fontes de renda pode ser uma alternativa, e no pior dos casos, vender um bem também ajuda.

Os empréstimos devem ser considerados com muita atenção. Afinal, você não quer contrair uma nova dívida para quitar a antiga.

Para sair do cheque especial, quitar dívidas e fugir dos juros caros do cartão de crédito, o melhor é planejar. Guardando de 5% a 20% da sua renda mensal, por exemplo.

Há dicas também para quem planeja fazer mais do que sair da dívida. Como os casos de quem deseja investir, seja em um carro, casa própria, ou abertura de um negócio.

O ideal é possuir uma reserva de emergência com uma quantia correspondente a seis meses de trabalho. Este capital cobre emergências e demais eventualidades que possam surgir no percurso.

Agora vamos entender melhor a relação entre o comprometimento de renda, empréstimos e financiamentos.

 

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Comprometimento de renda, empréstimos e financiamentos

Como vimos brevemente, empréstimos e financiamentos precisam ser proporcionais à sua renda. As próprias instituições financeiras tendem a recusar a concessão se o comprometimento de renda superar os 30%.

Apesar dos cuidados que suscitam, estas práticas financeiras podem oferecer muitas vantagens. Pois quando aquelas parcelas a serem pagas todo mês garantem a sua liberdade financeira, ou bens como a casa própria, não se tratam de dívidas. São investimentos de longo prazo e estão entre as contas tratadas com mais seriedade pelos brasileiros.

Não é por caso que as dívidas imobiliárias têm baixa inadimplência. Para manter os empréstimos e financiamentos em dia, relembre as dicas apresentadas neste artigo:

  • Ao fazer uma dívida cuidado para não comprometer o salário futuro. Faça os seus cálculos com base no dinheiro extra. No mês seguinte, aumente a porcentagem dos gastos fixos com o valor da nova conta para não errar nos cálculos;
  • Crie uma reserva de pelo menos 6 meses de salários para cobrir qualquer eventualidade;
  • Guarde de 5% a 20% do seu salário mensal;
  • Investimentos como automóveis são mais vantajosos se você der uma entrada antes da compra;
  • Cuidado com os gastos supérfluos! Contrair prestações de um eletrônico que será trocado em pouco tempo não é um bom investimento;
  • Se possuir prestações de casa e carro ao mesmo tempo, cuide para que a soma não ultrapasse um terço do orçamento mensal;
  • Sempre que possível negocie taxas de juros.

 

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By | 2019-01-30T14:01:06-03:00 20 de agosto de 2018|